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Quase três mil doses da vacina contra a febre amarela em 16 dias. Esse é o resultado parcial da intensificação da vacinação no município de Formosa do Rio Preto. A secretaria de Saúde levou equipes a mais de 100 localidades rurais para que a população fosse imunizada contra essa doença e também atualizasse o seu cartão de vacina. 

Outras regiões estão sendo atendidas nesta semana. São elas: Canadá, Brejinho, Califórnia, Buriti, Arroz e Arial; Pinto, Boa sorte, Várzea de Dentro, Cauãs, Serrito, Largo, São João, Santo Antônio, Cruz, Retiro, Tabocas e Barreiro Branco, Passagem da Areia, Inhumas e Barreiro; Riachão, Ouro e Caju; Prazeres, Brejão, Sul, Panambi, Melanda, Garganta, Barra do Rio, Aldeia e Fazenda Uirapuru; Riacho Seco, Cabeceira, Santana, Timbó, Brejo, Tabuleiro Redondo e Baixa Funda; Fazendas da Estrondo; Fazenda Oasis (coreanos). 

A coordenadora da Imunização, Letícia Lustosa, ressalta que a vacina contra a febre amarela faz parte da rotina. Crianças recebem uma primeira dose aos nove meses e o reforço, aos quatro anos de idade. Em 2016, foram vacinadas em Formosa 1043 crianças nessa faixa etária.

Neste ano, entre o dia 23 de janeiro e 10 de fevereiro, foram aplicadas 2821 doses da vacina, atendendo a um público que inclui também adultos até os 59 anos. A intensificação ocorre devido ao surto da doença iniciado em Minas Gerais e da confirmação de alguns casos no Espírito Santo.


No entanto, só deve se vacinar quem não tomou as duas doses recomendadas, conforme o Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde (PNI/MS), que considera imunizado contra a febre amarela após a segunda dose. A vacina é contraindicada para gestantes, mulheres que estejam amamentando ou para idosos a partir de 60 anos e só poderá ser ministrada a esses grupos após avaliação médica.

O município encontra-se em área de risco pelo fato de possuir extensa área de florestas e lavouras, ambientes propícios para a proliferação do mosquito silvestre, principalmente o Haemogogus, transmissor do vírus causador da doença. Vale lembrar que a febre amarela também possui a forma urbana, cujo mosquito transmissor é o aedes aegypti, o mesmo da dengue, zika e chikungunya.

É importante salientar que não se registra no Brasil essa doença infecciosa febril aguda advinda desse vetor desde 1942. Mesmo assim, é importante reforçar os cuidados de prevenção e combate ao aedes como medida de cautela e vigilância. Por isso, conforme Letícia, o combate à febre amarela envolve uma série de iniciativas: “não é só vacinar. É cada um estar cuidando do seu quintal e não deixar água parada”, esclarece.

Ascom.

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