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Temos todos alguns compromissos mensais indispensáveis, principalmente para aqueles que ainda não possuem casa própria. Uma grande maioria paga mensalmente aluguel, condomínio, luz e água. Não podemos fugir dessa responsabilidade da qual dependemos para usufruir dos benefícios disponibilizados pelas regalias de morarmos em uma cidade. 

Fora isso, ainda pagamos pelo combustível, pelo celular, pela internet, pela mensalidade da escola quando pertencemos a uma classe social um pouco mais privilegiada. Nessa condição de suposto conforto não podemos fugir dessas dividas mensais. 

De uma modos geral esses serviços são oferecidos por prestadoras de serviço específicas. Daquelas que se não estiver em dia fica-se sujeito a cortes, interrompi mento de serviço ou constrangimentos diversos. 

Pagamos caríssimo por nosso celular que cá entre nós presta um serviço deplorável e enganador. Promete demais e cumpre de menos. Na questão do saneamento muitos pagam por taxas de serviço inexistente ou deficiente. Mas tudo bem, água até que não é um problema muito grave por enquanto. O aluguel depende do poder do bolso de cada um, quem pode mais chora menos pelo desconforto. Na questão das escolas, que também não são nada baratas e as vezes cobram igual ou similar a um curso superior, são escolhas pessoais ou modismo exacerbado. Tudo depende se pretendermos ter filhos simplesmente alunos ou estudantes de fato. 

Mas uma prestadora de serviço se destaca com notoriedade negativa nesse contexto. A Coelba por exemplo. Atende mal, foge de suas responsabilidades quando seu sistema prejudica o consumidor e não perdoa atrasos. 

A energia pode faltar a qualquer momento, mas o recebimento da conta de cobrança é infalível. Estabelece critérios bem discutíveis no momento de interromper a energia de qualquer consumidor seja ele pessoa física ou jurídica. Até emissoras de rádio cujos instrumentos sensíveis são constantemente danificados por falha no sistema de energia, não são considerados. Esquecem inclusive que emissoras de rádio são prestadoras de serviço e que interrupções prejudicam muitas vezes a própria comunidade que depende delas. 

As reclamações se sucedem, por parte de pessoas que dependem de energia para manter ligados aparelhos médicos indispensáveis para alguns pacientes que dependem deles. Nada disso comove os funcionários que executam o corte e que em alguns casos retiram até o medidor de energia do local. Equipamentos que o consumidor muitas vezes pagou por eles. 

Infalível na cobrança e deplorável no serviço a Coelba segue como suposta prestadora de um serviço que deveria ser regular pelo preço absurdo que oferece. Restando uma dúvida ainda se ao verificar os medidores de energia esses funcionários fazem leitura correta. 

Seria então o momento de exigir que ao ocorrer o momento da aferição do aparelho a presença do consumidor seja indispensável. E ainda mais que o consumidor assine juntamente com o funcionário a confirmação da leitura. 

Se não existe confiança da prestadora de serviço para com o consumidor, não deve existir objeção de controlar e acompanhar o que se cobra pelo serviço. 

Se o serviço no futuro por tão determinante e confiável como a cobrança, as reclamações serão mínimas. Por enquanto, a única coisa que não falha é a conta de energia e luz que chega mensalmente no dia certo. 

A crônica de hoje é dedicada a Flavia Luciano assídua ouvinte da Vila Rica, ao amigo Ricardo Masini e aos consumidores de energia da cidade.

Boa tarde!

Guto de Paula /  Tv Web Barreiras.




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