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Como já se tornou rotina, as visitas nas unidades de Saúde em Luis Eduardo Magalhães continuam. 

Na tarde da última segunda-feira, 12, foi a vez da UPA - Unidade de Pronto Atendimento.

A UPA deveria funcionar 24 horas por dia, sete dias por semana e poder resolver grande parte das urgências e emergências, como pressão, febre alta, fraturas, cortes, infarto e derrame. Com isso, ajudaria a desafogar os postos de saúde locais e sanar a demanda do município.


O grande problema se encontra nas instalações e estrutura oferecidas aos pacientes e aos profissionais, que se expõem a todo tipo de risco.


De acordo com os profissionais da saúde, a chamada SALA VERMELHA - Setor de Emergência jamais poderia ter infiltrações ou qualquer tipo de umidade no ambiente, o que se contradiz quando observado as paredes e teto do setor.


Alguns equipamentos hospitalares se encontram parados por falta de manutenção e o que chamou a atenção foi saber que estes aparelhos só são consertados quando algum carro vai pra Salvador, município onde a sede da empresa responsável por essa finalidade se encontra, mas, é sabido que no contrato rege no objeto que a empresa DEVE FAZER A MANUTENÇÃO PRÉVIA E O CONSERTO de todo e qualquer equipamento hospitalar SEMANALMENTE EM TODAS AS UNIDADES DE SAÚDE no município de Luis Eduardo Magalhães.




Várias foram as falhas encontradas na Unidade de Pronto Atendimento de Luis Eduardo Magalhães. Uma destas, que pode ser considerada gravíssima, é que de acordo com a funcionária administrativa da UPA, Deise, quando começou a trabalhar na unidade, toda rouparia que ia pra lavanderia, não passava por um controle de peso/custo e a empresa cobrava quanto achava que devia. "Há dois anos quando entrei aqui, notei que não havia uma balança para controlar o peso de rouparia que ia pra lavanderia, sendo assim, a empresa que decidia o valor que deveria cobrar. Então, requisitei uma balança e hoje sim, tudo é pesado e a fatura é feita de acordo com o peso", explicou Deise.


As câmeras de segurança, assim como em todas as unidades que passamos, também NUNCA FUNCIONARAM.



Os banheiros se encontram em estado deplorável e verdadeiramente em estado inviável de uso . É notório o quanto a insalubridade compromete os pacientes e profissionais.



Nos últimos meses foi necessário uma pequena reforma para a melhor disponibilidade da triagem, porém, como Humberto Santa Cruz não cumpriu com o pagamento para a empresa, esta sequer instalou a porta e o serviço ficou pela metade.



Não estão mais sendo fornecidos copos descartáveis, café, açúcar e nem o mínimo para o bem estar de todos. Para pacientes com tuberculose são oferecidos copos de vidro, aumentando ainda mais o risco de contaminação e no pior dos casos, uma epidemia.



Não existe equipamento de esterilização na UPA. Todo instrumento hospitalar segue para no Gileno ser feito o procedimento. Esse processo demanda tempo, o que dificulta o andamento da unidade.


Material hospitalar que deveria ser esterilizado, apenas é lavado e secam com o calor ambiente. Notem que o suporte a que são colocados se encontra cheio de ferrugem.

A geladeira, TV e outros equipamentos que contribuem para o mínimo de conforto dos funcionários em seus locais de descanso, são fornecidos pelos próprios servidores, uma vez que se deixar por conta do município, nem copo descartável está sendo fornecido.



A humilhação a que pacientes e funcionários são submetidos é desumano e terrificante. Só o fato de pacientes mulheres não terem o mínimo de privacidade nos banheiros femininos da recepção, onde não há portas nos banheiros, já é o bastante para que a unidade tivesse sido interditada há muito tempo.



A sala de suturação que deveria ser uma das mais limpas e higienizadas pois recebe pacientes com ferimentos abertos e a salubridade é indispensável, é suja, com ferrugem em todos os móveis, oferecendo alto risco de contaminação.



Humberto Santa Cruz enganou o povo de forma sórdida e tem feito a população padecer diante de tanta penúria. Em contrapartida, nesses 8 anos de governo, mais de R$25.000.000,00 - VINTE E CINCO MILHÕES DE REAIS - foram investidos em publicidade para camuflar as mazelas que assolam a população de Luis Eduardo Magalhães.


Fios ficam expostos colocando em risco a vida dos profissionais



No suporte de Oxigênio, há contaminação decorrente de fungos gerados pelas infiltrações e muita umidade



Por: Amanda Garcia/Blog do Fernando Pop -  Fotos: Effect Produtora

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