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Também conhecida como a bíblica Médium de Endor, essa bruxa tinha a capacidade de convocar o espírito do profeta Samuel.

E embora tenha vindo do misticismo judaico-cristão, ela passou a fazer parte de várias outras tradições. 

Tanto para o judaísmo quanto para o cristianismo e para práticas espirituais pagãs, a Bruxa de Endor é uma lenda importante, que aparece no Antigo Testamento, no primeiro livro de Samuel, capítulo 28: 3-25, representada como um dos personagens mais misteriosos da tradição bíblica. 

A história da Bruxa de Endor foi discutida durante séculos pelos bispos católicos, principalmente por causa da importância de uma figura feminina praticando a magia. Por isso, no século II a.C., ela foi descrita como um ventríloquo, refletindo a tendência que os tradutores de Alexandria tentaram imputá-la. 

Mas, sobrevivendo a qualquer conflito de interpretação, a história dessa bruxa foi de extrema importância para Martinho Lutero e João Calvino, que a mencionaram em suas obras. Na Idade Média, ela era considerada um demônio, e os pagãos, mais tarde, definiram-na como uma antiga bruxa. 

Finalmente, hoje, a Bruxa de Endor é tida como uma das primeiras mulheres ligadas à bruxaria, e alguns estudiosos de religião, inclusive, sugerem que ela poderia ser um profeta. De qualquer modo, sua influência no mundo moderno é indubitável, principalmente nos gêneros literários e na ficção científica, desde romances, contos e poemas até um lugar especial na saga Star Wars (a Lua Florestal de Endor, residência dos Ewoks, que aparece no episódio “O Retorno de Jedi”).

Fonte: ancient-origins

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