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COMPANHIA DEVOLVE DINHEIRO DE PESSOAS QUE ADQUIRIRAM SEUS PACOTES NO ANO DE 2013, APESAR DE IMPASSE CAUSADO PELA DESISTÊNCIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO EM REFERENDAR ACORDO.

DONA DA MARCA BBOM, EMBRASYSTEM TEM 17 ANOS DE MERCADO, ATUA EM 11 PAÍSES E TEM FORTE PRESENÇA EM SEGMENTOS DE TECNOLOGIA, COSMÉTICOS, TELECOM E ALIMENTAÇÃO. 

Alegações sem fundamento lançaram dúvidas sobre as intenções e a prática empresarial do Grupo Embrasystem, companhia detentora da marca BBOM, que retornou ao mercado trazendo uma nova proposta de trabalho, totalmente reformulada, seguindo criteriosamente a legislação vigente, adequada ao sistema de franquias, com homologação internacional.

Segundo notícia veiculada pelo site G1 - Goiás, a empresa não estaria cumprindo acordo realizado com o Ministério Público. Ainda no mesmo texto, supõe-se que a empresa tenha reconhecido a irregularidade de suas ações, um fato jamais ocorrido e que se constitui no único motivo que se configura como um entrave ao andamento destas tratativas com o MPF.

Como explica Paulo Ramos, diretor Jurídico da Embrasystem, a companhia foi surpreendida por uma minuta de acordo que a obrigava a confessar crimes que não cometeu e com os quais jamais concordará. Ao contrário do afirmado pelo MPF, o empresário João Francisco de Paulo, ao não assinar o acordo proposto, teve como principal objetivo proteger todas as pessoas que participaram das atividades da BBOM no ano de 2013.

A afirmação divulgada pelo Ministério Público, através do G1, não encontra referência factual, visto que a Embrasystem retomou suas atividades de forma lícita e disponibilizou espontaneamente um Plano de Recuperação que pode ser aderido por qualquer pessoa que já tenha participado da empresa e tenha sido lesado através do bloqueio de valores realizado pelo MPF.

Mesmo com estes valores ainda bloqueados pela Justiça, a empresa está se esforçando em ressarcir seus associados interessados em continuar suas atividades, pagando os valores devidos e disponibilizando a oportunidade de mais uma vez gerar novas rendas a partir do Plano de Negócios da empresa e dos produtos que ela comercializa.

A veiculação da matéria tenta caracterizar a BBOM como pirâmide financeira, alegando que o rastreador veicular, que se constituía no principal produto comercializado pela empresa, se tratava apenas de uma "isca" para recrutar novos associados, sem levar em consideração a venda do produto e até mesmo afirmando que a companhia jamais teria estoque para suprir a demanda gerada por estas vendas.

João Francisco de Paulo, por meio de parcerias com grandes empresas e empresários, desenvolveu e implementou um projeto em meados do ano de 2015 que prevê a devolução do capital investido por todas as pessoas que adquiriram seus pacotes no ano de 2013. O projeto BBOM+ contempla uma versão inovadora do sistema de vendas diretas no Brasil. Nele, além de produtos da própria empresa, existem também artigos de várias companhias do Brasil que são parceiras do projeto - este autorizado pelo Judiciário nas modalidades praticadas.

A Embrasystem atualmente trabalha com uma grande gama de produtos de alta qualidade em setores de grande consumo como alimentação, cosméticos, nutrição esportiva, vestuário, calçados, perfumaria e bebidas, além do já conhecido rastreador veicular, com adição de produtos especiais e valor agregado como colchões magnéticos de infravermelho longo. São inúmeras opções de produtos disponibilizados para compra através do back office da empresa e em exposição no showroom e sede da Embrasystem, em Indaiatuba.

A empresa trabalha com o sistema de micro franquias e seus associados são bonificados através do sistema unilevel de venda direta, totalmente em consonância com as normas da ABVD e da ABF. Atualmente são mais de 700 mil pessoas que já fazem parte da nova configuração da empresa, incluindo todos aqueles que fizeram resgate de seus valores através do Plano de Recuperação implementado pela Embrasystem.

Sérgio Vilarinho, membro do Conselho Administrativo da BBOM+, explica que através de seu Plano de Recuperação, a empresa prevê a devolução do numerário investido em 2013 de todos que assim o desejarem. Não é uma obrigação, mas sim uma opção, aceita por mais de 100 mil famílias. O Plano de Recuperação funciona de forma muito simples: a maior parte do faturamento da empresa, através das vendas diretas de produtos próprios e de empresas parceiras, inclusive das micro franquias, é destinada ao fundo de recuperação.

Esta receita é calculada quinzenalmente e dividida entre todas as pessoas que aceitaram participar da recuperação. Os pagamentos são feitos em ordem decrescente de entrada no projeto em 2013, sendo que as pessoas que adquiriram pacotes em julho daquele ano, época do bloqueio, foram as primeiras a receber. A totalidade de pessoas que aceitaram participar foi dividida em três grupos e quinzenalmente cada um recebe o quinhão a eles destinado. Hoje, fevereiro de 2016, muitas famílias já receberam parte desta recuperação. O empresário João Francisco de Paulo, independente do Julgamento de Mérito da Ação proposta em 2013, resolveu devolver às pessoas aquilo que com elas foi pactuado em 2013.

Para participar do Plano de Recuperação as pessoas não têm custo inicial, recebem uma micro franquia subsidiada pela empresa para que possam obter seus recebimentos. Para isso é apresentada às mesmas, inicialmente, uma circular de ofertas de franquia (C.O.F), que após sua leitura e aceite, estão aptas a receber o contrato de micro franquia e os termos do Plano de Recuperação. O Plano prevê a devolução no menor tempo possível, mas esta devolução está ligada diretamente ao crescimento da companhia.

A BBOM está trabalhando incansavelmente no sentido de cumprir com todas as suas obrigações, mesmo sem o apoio do Ministério Público, que insiste em dificultar as tratativas para que estes valores sejam finalmente liberados para seus devidos e reais detentores.

O grupo Embrasystem renova e fortalece o seu compromisso em promover ações empresariais bem fundamentadas para oportunizar o crescimento de seus associados e para ressarcir quaisquer prejuízos que os mesmos tenham sofrido com as ações arbitrárias que buscam dificultar o andamento das atividades da empresa.

Assessoria de Comunicação.

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